• Roberto Kirizawa

PROSPERIDADE JUDAICA

Tempo de leitura: 7 minutos



Faz um tempo que tenho refletido para entender a prosperidade judaica.

Quando fui para Nova Iorque, nos Estados Unidos, notei que havia uma grande comunidade judaica na região em que me hospedei.

Eu tinha me hospedado em Manhatan, próximo à Time Square e 5º Avenida.

Ou seja, uma área muito disputada, principalmente para se estabelecer lojas de grandes marcas famosas.

E mesmo assim, havia uma rua repleta de lojas de judeus que negociavam principalmente joias, diamantes e ouro.

Isto me deixou bem curioso quanto à cultura deste povo que de forma geral temos a ideia de serem próspero financeiramente.

E por isso resolvi pesquisar mais a fundo quais são as razões para que isso aconteça.

Historia da prosperidade judaica

Ao longo da história os judeus se destacaram por sua capacidade de geração de renda, criação de patrimônio e uma grande habilidade empreendedora em todos os lugares por onde se estabeleceram.

Representatividade do povo judeu

Por isso, realizei uma pesquisa para entender a prosperidade judaica.

Durante esta pesquisa muita coisa me impressionou.

Descobri que os judeus representam 0,2% da população mundial.

E apesar de ser uma representação bem pequena, alguns números são totalmente desproporcionais.

Você sabia que 11% dos bilionários do mundo são judeus?

E que 50% dos bilionários dos Estados Unidos, são judeus!

Por isso, neste pesquisa procurei identificar quais são as características que fazem dos judeus um povo tão bem sucedido financeiramente.

1- Ser o melhor possível

Os judeus recebem uma educação, desde pequenos, para serem o melhor que puderem ser, independente da área que estejam atuando.

Seja trabalhando como caixa, estoquista, embalador ou vendedor.

É necessário sempre se dedicar para fazer o trabalho da melhor forma possível.

Ser a melhor versão de si mesmo na área que atua é primordial para a cultura judaica.

E é por este motivo que hoje mais de 20% dos ganhadores do prêmio nobel são de origem judaica.

Este é um número impressionante, lembrando que eles representam apenas 0,2% da população mundial.

Dá para perceber que é um valor que não é pregado apenas da boca para fora.

Que realmente eles se dedicam de corpo e alma para alcançarem o ponto mais alto que seu potencial lhe permite.

2- Ter uma cultura empreendedora

Eles são incentivados a empreender.

Ou seja, são instigados a sempre estarem procurando oportunidades.

Quando encontram um problema, logo começam a pensar se existe uma solução que seja viável.

Devido a isto que temos tantos representantes judeus como sendo grandes empreendedores como:

  1. Gary V: famoso como influencer nas redes sociais;

  2. Joseph Safra: fundador do Banco Safra e um dos homens mais ricos do Brasil;

  3. Roberto Justus: empreendedor na área publicitária e apresentador de programa de TV;

  4. Israel Ostrowiecki: fundador da empresa de eletrônicos Multilaser;

  5. Mark Zuckerberg: fundador do Facebook;

  6. Howard Schultz: da Starbucks;

  7. Samuel Klein: das Casas Bahia;

  8. Larry Page e Sergey Brin: da Google;

  9. Michael Dell: da Dell Computadores;

  10. Até Silvio Santos: um ícone da Tv brasileira.

3- Ter mentores

Quando se tem a possibilidade de ter mentores, o caminho a percorrer fica mais fácil.

Pois mentores são pessoas que estão ou estiveram onde se quer chegar.

Desta forma é possível ter acesso ao conhecimento adquirido ao longo de anos para a conquistar a prosperidade judaica.

Conhecendo seus erros e acertos é mais fácil aprimorar cada ação a ser tomada.

O bom é que atualmente podemos ter acesso ao ensinamento de especialistas de qualquer parte do mundo, a qualquer hora e em qualquer lugar.

Tudo está a distância de alguns cliques.

  1. Livros;

  2. Cursos online;

  3. Vídeo aulas;

  4. Artigos na internet;

  5. Podcasts;

  6. E assim por diante.

4- Saber receber opiniões alheias

Dentro da comunidade judaica é normal um ajudar o outro de forma autêntica, sem segundas intenções.

Por isso, quando alguém dá sua opinião para outra pessoa, esta acata como forma de possibilidade de crescimento.

Quem dá um conselho não se preocupa se a outra pessoa ficará magoada ou melindrada com o que se fala.

E isso já é metade do caminho andado.

Pois sabemos como, em nossa cultura, é complicado dar nossa opinião falando diretamente para alguém sem que ela fique magoada.

Eles aprendem a conter seu ego e entendem que receber conselhos é a melhor forma de poder crescer.

Afinal de contas, quem ama educa, certo.

E a melhor forma para ensinar algo para alguém é sendo claro e direto.

5- Ter uma boa reputação

Os judeus sempre falam que a reputação é o que te anuncia.

É a reputação que chega antes de você.

Antes de você chegar a uma reunião, quando ficam sabendo que você participará, é sua reputação que fará as pessoas estarem abertas à você, antes mesmo de você chegar.

Ela abre caminho para criar bons relacionamentos.

Afinal de contas, você emprestaria dinheiro para uma pessoa que tem a reputação de ser um mal pagador?

Ou faria negócio com uma pessoa com reputação de ser desonesto?

Pois é.

É por isso que zelar para ter uma ótima reputação perante as outras pessoas é essencial para qualquer judeu.

6- Guardar dinheiro

É como eu já falei em vários conteúdos criados.

Se você não tiver poupado dinheiro, sofrerá as consequências na hora em que bater a crise.

Para isso torna-se essencial a criação da reserva de emergência.

E além dela, ter dinheiro poupado para poder investir.

Dessa forma é possível aproveitar oportunidades quando aparecem.

Seja para comprar um imóvel, fazer negócio com um carro que apareceu com valor muito atraente ou outra oportunidade qualquer que apareça e seja muito rentável.

Quando se tem dinheiro poupado é possível ter liberdade e paz.

Paz para ter uma boa noite de sono.

E liberdade para mudar de emprego se não estiver gostando do atual.

Ou mesmo mudando de área de atuação, caso ache necessário.

Por isso, os judeus aprender a guardar 20% da sua renda.

Isto faz toda a diferença na prosperidade judaica.

7- Ter união

Ter união é primordial para qualquer grupo de pessoas que queiram evoluir.

Quando uma pessoa une seus esforços com outra, juntas elas conseguem gerar mais que 2 vezes o trabalho que fariam individualmente.

Esta característica pode ter nascido através das dificuldades que este povo passou ao longo do tempo.

Afinal, eles foram aprisionados na Babilônia, escravizados no Egito e perseguidos durante a 2º guerra mundial.

Tiveram que se estabelecer em terras estrangeiras, e se ajustar a ambientes desafiadores.

Momentos como estes tornam as pessoas mais fortes, adaptáveis e unidas.

Por isso é comum perceber como a união é marcante não apenas dentro do núcleo familiar dos judeus.

Isto também é realidade dentro da comunidade como um todo.

Se alguém fica doente, os outros ajudam no que podem.

Caso alguém está passando por dificuldades nos negócios, os outros procuram criar condições para que a pessoa volte a prosperar.

E a ajuda não é apenas financeira.

Pois eles entendem que não adianta dar o peixe.

Mas sim, que devem ensinar o outro pescar.

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Muito obrigado e até a próxima.


#dinheiro #finanças #prosperidadejudaica

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