• Roberto Kirizawa

Não sabendo que era impossível, foi lá e fez.

Tempo de leitura: 3 minutos


É incrível como o senso comum molda as pessoas de forma rápida e homogênea. A ideia é que todos pensem da mesma forma. Melhor ainda se este jeito de pensar beneficiar a forma das coisas se manterem como estão.

Todos acreditando e aceitando cegamente tudo que é divulgado e oferecido através das mídias. E dessa forma, todos aceitam as limitações que são impostas em suas vidas considerando que são coisas que devem ser encaradas como normal. Que devem conviver com aquilo como algo que não pode ser mudado. A única opção é aceitar.

Nem sempre é assim

Mas existe um grupo de pessoas que destoam desta realidade. Elas não aceitam as limitações que são impostas, muito menos os obstáculos que aparecem no seu caminho.

Percebemos este tipo de atitude em diversas pessoas:

  1. Os atletas que não se esmorecem perante as dificuldades que lhes são impostas. Todos nós conhecemos atletas que surgiram de comunidades carentes, mas que com dedicação e força de vontade, indo contra toda as estatística, conseguem brilhar no pódio.

  2. Pessoas com problemas de mobilidade, cegas, surdas e mudas. Elas encontram alguma forma para contornar suas limitações e se locomover, se comunicar e viver de forma independente.

  3. E também não podemos esquecer das diversas pessoas, que apesar de terem uma infância humilde, tornaram-se grandes empreendedores e profissionais de sucesso.

A história do sapo

Uma estória que acho que representa muito bem a frase: “Não sabendo que era impossível, foi lá e fez”, do poeta francês Jean Cocteau é a do sapo que atingiu o topo da árvore.

Na verdade eu já li esta fábula de diversas maneiras. Algumas diziam que 2 sapos caíram em um buraco muito fundo e tinham que sair de lá. Outras que os sapinhos estavam em uma competição para ver quem conseguia subir até o topo de uma torre. E por fim, já vi também a versão que fala que nesta competição ao invés de ser uma torre, era uma árvore.

Mas o fato é que independente de como a estória é contada, no final, apenas um sapinho consegue alcançar o objetivo, seja de sair do buraco ou de alcançar o topo da torre ou da árvore.

Todos os outros sapos ficam maravilhados com a conquista do sapinho.

Ainda mais que ninguém acreditava em sua capacidade e durante a prova ficavam comentando que ele não iria conseguir.

Que não tinha como ele fazer tal feito, tendo em vista que todos os outros também não conseguiram.

E ao perguntar como o sapinho conseguiu fazer tal proeza, o mesmo respondeu:

Foi graças ao incentivo e motivação, por todos estarem torcendo por mim.

E foi nessa hora que se deram conta que o sapinho era surdo.

Enquanto todos comentavam que ele não conseguiria, ele, em sua mente, acreditava que todos estavam torcendo e motivando ele.

Essa bela estória nos serve de lição de que nossos resultados estão diretamente ligados ao que acreditamos.

E quando não importamos com o senso comum e acreditamos em nós mesmos, conseguimos chegar muito mais longe.

Conclusão

Por isso, ter a atitude mental correta perante os desafios da vida é muito mais do que importante.

É necessário.

Nós conseguimos realizar aquilo que acreditamos ser possível.

Se impusermos limitações mentais, nossa crença fará isso se tornar realidade.

 

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Muito obrigado e até a próxima.


#impossível

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