Se eu te perguntar quanto você gastou nos últimos 30 dias, você consegue me dizer um número aproximado?

A maioria das pessoas consegue. Pelo menos acha que consegue.

Mas se eu te perguntar quanto você gastou em coisas que não percebeu que estava gastando — em serviços que nem lembra mais que assinou, em horas do seu trabalho trocadas por comodidade que nem usa, em compras que fez para se sentir melhor e que não resolveram absolutamente nada do que você estava sentindo?

Esse número? A maioria nunca calculou.

E esse segundo número — o dos gastos invisíveis — costuma ser assustadoramente maior do que o primeiro.

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